<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5382512934151007815</id><updated>2011-11-27T17:12:00.472-08:00</updated><title type='text'>Vestindo os nus</title><subtitle type='html'>Esse é um blog criado para apresentar nossos trabalhinhos da Faculdade Senai Cetiqt, no curso de Arte-Figurino e Indumentária e para que as pessoas possam fazer comentários e sugestões.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vestindoosnus.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5382512934151007815/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vestindoosnus.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Grazy, Adriano e Natalia!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12014094156825827461</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5382512934151007815.post-8692892547537523082</id><published>2008-06-06T16:41:00.000-07:00</published><updated>2008-06-06T16:47:22.849-07:00</updated><title type='text'>Preparativos...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;É gente! Estamos aprontando outros trabalhos, o de Indumentária e o de Cenografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;No trabalho de Indumentária estamos fazendo a Titânia, Rainha das fadas de "Sonho de uma noite de verão". E o nosso trabalho de cenografia estamos fazendo a cama de flores dela, intervindo no espaço da nossa faculdade! Tudo está um luxo!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Em breve colacaremos fotos dos nossos trabalhos recentes!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Incluindo uma maquete da cenografia de Édipo Rei (que também ficou um luxo)!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Bom, promessa é dívida pagaremos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Beijos!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Grazy Pacheco =)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5382512934151007815-8692892547537523082?l=vestindoosnus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vestindoosnus.blogspot.com/feeds/8692892547537523082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5382512934151007815&amp;postID=8692892547537523082' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5382512934151007815/posts/default/8692892547537523082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5382512934151007815/posts/default/8692892547537523082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vestindoosnus.blogspot.com/2008/06/preparativos.html' title='Preparativos...'/><author><name>Grazy, Adriano e Natalia!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12014094156825827461</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5382512934151007815.post-5252599468734857234</id><published>2008-05-30T16:23:00.000-07:00</published><updated>2008-06-06T17:03:04.085-07:00</updated><title type='text'>A obra de arte na era da sua reprodutubilidade técnica!</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Trabalhos de Ética!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cadê você?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;  Segundo Walter Benjamin, ”a arte, no mundo contemporâneo, atrofiou sua aura na era da reprodutibilidade técnica..., Na medida em que essa técnica permite à reprodução vir ao encontro do espectador, em todas as situações, ela atualiza o objeto reproduzido.” Ou seja, o que antes tinha um valor de exclusividade passou a ser reproduzido, deixando de ser uma obra única, ou seja, original, passando a ser copiada, sem que suas características visuais se perdessem, daí a afirmação de que a aura, ou seja, seu valor essencial tenha se atrofiado. “Esses processos resultam num violento abalo da tradição, que constitui o reverso da crise atual e a renovação da humanidade”. O abalo da tradição, a crise, e a renovação da humanidade de que trata Walter Benjamin, se referem ao redimensionamento da arte pós revolução industrial, onde a criação da fotografia e do cinema obrigaram o homem a rever seus conceitos sobre a mesma.&lt;br /&gt;  A questão que pretendo levantar fala sobre a autenticidade de uma obra de arte, se ela pode ser substituída por algum meio de reprodução técnica e qual a importância da autenticidade no mundo contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pensando no capítulo que fala sobre a autenticidade, proponho a criação de um objeto artístico que ilustre este pensamento, ou seja, que materialize o momento em que a reprodução ocupa seu lugar no mundo contemporâneo e deixe de existir como obra de arte “aurática”, passando a existir somente no mundo da reprodução.&lt;br /&gt;  A proposta de levar o público a pensar sobre este assunto aponta um caminho para discussão sobre a questão da reprodutibilidade técnica na medida em que ela desperta a curiosidade de saber como se deu o processo, Que destino levou a obra, E porque só se tornou “visível” somente através do vídeo. O processo de criação da obra de arte acontecerá ao vivo, ou seja, em público, com pessoas que testemunhem, parcialmente, o seu nascimento, transformação e desaparecimento. Para isto vou criar um espaço de atuação que será circundado por um tecido preto com pequenos orifícios ao redor do cilindro de tecido, dificultando, assim, o testemunho direto da criação da obra. Ao término, os orifícios serão cobertos e a obra será destruída, mas o público não será informado deste fato justamente para despertar a curiosidade.&lt;br /&gt;A proposta é a criação, em barro, de uma figura feminina.&lt;br /&gt;  Durante o processo de criação, uma câmera de vídeo estará ligada registrando, passo a passo, cada momento do trabalho, Ao término, a câmera será testemunha direta, e o espectador testemunha parcial do surgimento da obra. Em seguida, a câmera será desligada e seu registro seguirá para edição. No mesmo instante o cilindro de tecido será retirado e o público só verá uma mesa com um pouco de barro amassado, com o título, “cadê você?” A estátua, que agora só existirá na restrita lembrança dos espectadores e em vídeo, que depois de editado, será continuamente exibido em várias televisões, onde cada uma mostrará trechos diferentes do momento da sua criação, é o meu objeto de “provocação” na medida em que ela desperta a curiosidade de saber como se deu o processo, que destino levou a obra e porque a reprodução tomou o lugar do original.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mãos ao alto! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;  A necessidade de pensar em tudo como uma mercadoria a ser consumida, em produto a ser utilizado antevê a existência do técnico. A técnica que antes era “um meio para um fim”, passou a ser “um fim em si”. Com a vigência do técnico, a distância entre o próprio e o similar deixa de existir e tudo o que se produz é verdadeiro, mesmo sem a sua aura, sem o seu valor de “aqui e agora”, até porque essas são questões que já não importam mais, uma vez que a “produção” perdeu a sua “poieses”.&lt;br /&gt;  Assim, usarei um esvoto puro e simples em formato de mão e, ao lado colocar uma fotografia tirada desse mesmo esvoto em sua mesma posição. Os dois ficarão expostos um ao lado do outro. O título dessa obra refere-se ao “roubo” da veracidade, da originalidade, da presença dessa peça feita pela técnica.&lt;br /&gt;  Desse modo estarei discutindo a relação de original e cópia. Como dar valor de original a algo que saiu de uma forma onde outros vários iguais a ele também saíram? E a fotografia, seria uma cópia ou original daquela peça? No mundo técnico essas perguntas não fazem sentindo, pois o discurso do original e da cópia se misturam para que o fazer artístico subsista.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar a forma do esvoto remete ao fazer manual que acabou sendo substituído pelo fazer técnico, “liberando a mão de suas responsabilidades artísticas”.&lt;br /&gt;E depois, a total falta de importância em saber a diferença entre o “original” e a “cópia”. Essa diferença seria a perca da aura, do valor da sua presença como obra de arte.&lt;br /&gt;  A técnica nos dá a imprensão de que estamos próximos da obra de arte, mas pelo o contrário ela nos afasta, pois não há como distinguir o que é “próprio” e o que é “similar”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Figurino na TV&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;  Ao ler o texto de Walter Benjamin fiquei tentada a fazer um paralelo entre o raciocínio do autor e o processo de criação, produção, utilização e reprodutibilidade do figurino para a televisão atual.&lt;br /&gt;Pode se fazer um paralelo relacionando a criação do figurino- arte- personagens-cena. Ao criar um figurino trabalhamos primeiro a partir do texto de onde tiramos os personagens e suas características e circunstâncias. Partimos então para as representações iconográficas e desenhos. Até ai não temos ainda o figurino dado como completo. Em seguida temos o processo de execução (fabricação e composição) dessas idéias que foram apresentadas. Por que são idéias? No processo de criação de um figurino para o personagem a que se destina temos vários "blocos" de metamorfoses até o momento em que o figurino se transforme em figura/personagem em cena. Durante as provas de roupas vamos acrescentando e eliminando elementos para esta composição fazendo assim um movimento de perfectibilidade. No momento em que temos a interpretação cênica associada ao figurino obtemos a autenticidade deste como único e efêmero – "o aqui e agora". A partir daí temos a conclusão de todo o processo.&lt;br /&gt;  Por sua penetração como mídia e seu prestigio como divulgadora de idéias e comportamentos a televisão brasileira, podemos prever que este figurino será reproduzido inúmeras vezes com outros materiais e outras releituras estéticas. Neste momento deixamos de ter a autenticidade do figurino criado para a cena temos, assim, uma reprodução em que podemos contestar a sua originalidade. Ele o figurino expresso em uma roupa, por exemplo, o maiô da personagem Bebel - que foi pensado e utilizado para compor um personagem e passou a ser reproduzido sendo assim difundido em massa.&lt;br /&gt;  Vejo nesse tipo de reprodução técnica uma possibilidade de democratização estética. Desde que a reprodução preserve características daquilo que então chamaríamos de originais.&lt;br /&gt;Estamos agora em uma sala de exposição onde está expostas figurinos da novela "paraíso tropical" temos vídeos, fotos e os figurinos em si. O mais curioso é perceber como a roupa perde a sua identidade ou a sua "verdade" ficando simplesmente exposta num manequim. Ali não temos mais o figurino que passa simultaneamente nos vídeos da exposição onde o visitante que não foi um espectador, que não viu o figurino em cena terá uma percepção diferente daquele que teve essa possibilidade de vê-lo de maneira completa – como objeto artístico integrado a uma obra.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;  Concluímos então que aquele figurino visto pela primeira vez na cena é o original e que tudo que aparecera após passa a ser a sua reprodução.&lt;br /&gt;O que estou propondo é que o figurino seja percebido como objeto artístico indispensável à obra artística com possibilidade de reprodução livre pela audiência da TV socializada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benjamin, Walter. Magia e Técnica, Arte e Política – ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução Sérgio Paulo. São Paulo. Ed: Brasiliense, 1994 – (obras escolhidas; v 1). &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5382512934151007815-5252599468734857234?l=vestindoosnus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vestindoosnus.blogspot.com/feeds/5252599468734857234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5382512934151007815&amp;postID=5252599468734857234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5382512934151007815/posts/default/5252599468734857234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5382512934151007815/posts/default/5252599468734857234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vestindoosnus.blogspot.com/2008/05/nossos-trabalhos-de-tica.html' title='A obra de arte na era da sua reprodutubilidade técnica!'/><author><name>Grazy, Adriano e Natalia!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12014094156825827461</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
